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OFAC/Tesouro EUA sanciona Diego Gonçalves do Carmo — lavagem de R$1,2bi para o PCC

Em 14 de março de 2024, o Office of Foreign Assets Control (OFAC) do Departamento do Tesouro dos EUA designou Diego Macedo Gonçalves do Carmo como membro-chave do PCC, congelando todos os seus ativos americanos. O Tribunal de Justiça de SP o condenara em novembro de 2022 a 7 anos e 11 meses por tráfico de drogas, documentando que coordenava a lavagem de R$1,2bi (US$240mi) para a facção — mesmo preso, continuava operando de dentro da cadeia. O subsecretário do Tesouro para Terrorismo e Inteligência Financeira, Brian E. Nelson, declarou: 'Com uma extensa rede em toda a América Latina e presença global em expansão, o PCC representa uma das organizações de narcotráfico mais significativas e preocupantes da região.' A sanção foi viabilizada pelo acordo de cooperação Tesouro EUA + MPSP firmado em 2022. Após a designação, investigadores identificaram afiliados do PCC em 5 estados americanos: Flórida, Nova York, Nova Jersey, Connecticut e Tennessee.

Pessoas envolvidas

Diego Macedo Gonçalves do CarmoBrian E. Nelson

Instituições envolvidas

PCCOFACDepartamento do Tesouro EUATJSPMPSP

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