Infiltração eleitoral: operador de fintech do PCC preso por financiar campanhas municipais 2024 em troca de contratos de lixo, transporte e combustível
Em fevereiro de 2026, a Polícia Federal prendeu o operador de uma fintech milionária identificada pelas autoridades como instrumento de financiamento de campanhas eleitorais municipais de 2024 pelo PCC. O esquema visava garantir contratos de coleta de lixo, concessões de transporte e fornecimento de combustível para empresas controladas pela facção. O então chefe de inteligência da PM-SP, coronel Pedro Lopes, declarou ao Wall Street Journal que 'a infiltração do PCC na política do estado mais rico do Brasil surpreendeu até os investigadores mais experientes.' O caso representa um salto qualitativo na estratégia do PCC — da captura operacional (logística, lavagem) para a captura política (contratos públicos, mandatos eletivos). Documentado pelo WSJ como parte da reportagem de abril/2026 sobre o PCC como potência global.