Sócio formal da ACX ITC (rede de lavagem ligada ao 'Careca do INSS', mesma malha da Victory Trading sancionada pela OFAC) confessa à polícia ser 'laranja'; empresa pagou R$ 700 mil ao escritório da ministra do STM Verônica Sterman antes de sua nomeação
Ericsson de Azevedo, registrado como proprietário da ACX ITC Serviços de Tecnologia, declarou à Polícia Civil de São Paulo em janeiro/2026 que atuava como 'laranja' — vendeu seus dados pessoais por R$ 5 mil para abertura do CNPJ. A ACX ITC pagou R$ 700 mil ao escritório da então advogada Verônica Sterman entre outubro/2024 e fevereiro/2025, antes de sua nomeação por Lula para o Superior Tribunal Militar (STM) em setembro/2025. A empresa consta no relatório final da CPMI do INSS como parte de rede de lavagem de dinheiro de mais de 40 firmas (R$ 39 bi movimentados) ligada a Antônio Carlos Camilo Antunes ('Careca do INSS'). A mesma rede inclui a Victory Trading, sancionada pelo Departamento do Tesouro dos EUA (OFAC) em 01/07/2026 por suspeita de vínculo com o PCC (id_1609/id_1611). A mesma firma pagou R$ 595 mil ao ex-ministro do STJ Nefi Cordeiro após sua saída da Corte.
Sócio formal da ACX ITC (rede de lavagem ligada ao 'Careca do INSS', mesma malha da Victory Trading sancionada pela OFAC) confessa à polícia ser 'laranja'; empresa pagou R$ 700 mil ao escritório da ministra do STM Verônica Sterman antes de sua nomeação
Resumo
Ericsson de Azevedo, registrado como proprietário da ACX ITC Serviços de Tecnologia, declarou à Polícia Civil de São Paulo em janeiro/2026 que atuava como 'laranja' — vendeu seus dados pessoais por R$ 5 mil para abertura do CNPJ. A ACX ITC pagou R$ 700 mil ao escritório da então advogada Verônica Sterman entre outubro/2024 e fevereiro/2025, antes de sua nomeação por Lula para o Superior Tribunal Militar (STM) em setembro/2025. A empresa consta no relatório final da CPMI do INSS como parte de rede de lavagem de dinheiro de mais de 40 firmas (R$ 39 bi movimentados) ligada a Antônio Carlos Camilo Antunes ('Careca do INSS'). A mesma rede inclui a Victory Trading, sancionada pelo Departamento do Tesouro dos EUA (OFAC) em 01/07/2026 por suspeita de vínculo com o PCC (id_1609/id_1611). A mesma firma pagou R$ 595 mil ao ex-ministro do STJ Nefi Cordeiro após sua saída da Corte.
Metadados do corpus
| Campo | Valor |
|---|---|
id_corpus |
1632 |
| Categoria analitica | lacuna_investigativa |
| Evidencia | ev-confirmed |
Atores
- Verônica Sterman (Ministra do STM — recebeu pagamento via escritório de advocacia antes da nomeação)
- Ericsson de Azevedo (Sócio formal declarado 'laranja' da ACX ITC)
- Antônio Carlos Camilo Antunes ('Careca do INSS') (Operador central da rede de lavagem apontada pela CPMI do INSS)
- Nefi Cordeiro (Ex-ministro STJ — também recebeu pagamento da mesma rede)
Instituicoes
- STM
- COAF
- CPMI do INSS
- Polícia Civil de São Paulo
- OFAC (Tesouro dos EUA)
Resultado documentado
Sem acusação formal contra a ministra até a data de registro. Sterman afirma que o valor correspondeu a três pareceres jurídicos; reportagem não localizou processos em que tenha atuado para o grupo.
Analise
P10 em estado puro: a mesma infraestrutura financeira (rede de mais de 40 CNPJs, R$ 39 bi movimentados) toca simultaneamente a Farra do INSS, a sanção OFAC ao PCC (Victory Trading) e o acesso a um tribunal superior via pagamento a escritório de futura ministra. O pagamento em si é ev-confirmed; a natureza ilícita da relação com Sterman é ev-alleged — a distinção deve ser mantida com rigor redobrado por ser politicamente sensível em ambas as direções (nomeação por Lula, mas sem elemento probatório de contrapartida).
Base legal
- Relatório de Inteligência Financeira (RIF) COAF enviado à CPMI do INSS
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Lacunas investigativas
- Os três pareceres jurídicos citados por Sterman nunca foram exibidos publicamente; não há confirmação de processos judiciais em que ela tenha representado a ACX ITC ou empresas correlatas; natureza do pagamento (honorário legítimo vs. vetor de proximidade) permanece não estabelecida.